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Otimismo do empresariado fluminense com a economia se consolida


Estudo revela que o percentual de empresários confiantes é o maior desde o início da pesquisa em fevereiro de 2019.

Levantamento realizado pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) com 553 empresários do estado do Rio de Janeiro, confirmou a consolidação do otimismo com os rumos da economia. No monitoramento de outubro da pesquisa Visão da Economia, o percentual de empresários do setor de comércio de bens, serviços e turismo que estão confiantes ou muito confiantes com a evolução da economia fluminense para o próximo mês (48,1%) cresceu se comparado ao mês de setembro (47,4%). Segundo o IFec RJ, esse é o maior percentual de otimistas desde o início da pesquisa em fevereiro de 2019. Para o diretor do Instituto Fecomércio, João Gomes, o resultado simboliza a solidificação da confiança. “Estamos vivendo um momento importante, onde temos comerciantes otimistas fazendo encomendas para o Natal e abrindo vagas de emprego formal. Esses são indicadores extraordinários e que comprovam o entusiasmo do empresariado”, destaca.

O otimismo se repetiu para a economia brasileira. Em outubro, 58,2% estão confiantes ou muito confiantes para o próximo mês, contra 53,8% no mês de setembro.

Entretanto, o mesmo crescimento não se repetiu para a visão dos empresários para os próximos três meses. Para o estado do Rio, o estudo revelou que houve queda de 55,7% para 51,7%. Com relação ao Brasil, a proporção caiu de 64,2% para 59,1%.

Na análise do IFec RJ, podem ter contribuído para o aumento do otimismo no curto-prazo: i) a liberação dos recursos das contas do PIS/PASEP e do FTGS, disponíveis a partir de outubro para clientes que não são da Caixa Econômica Federal e ii) o afrouxamento da política monetária, cujos efeitos sobre a atividade econômica serão mais fortemente sentidos a partir deste mês.

Por outro lado, a queda do otimismo para os próximos três meses pode revelar uma percepção, segundo a qual, as medidas de curto-prazo tomadas para animar a demanda interna não são suficientes para garantir um crescimento sustentável a partir do próximo ano. Isso reforça que são necessárias reformas estruturais adicionais à reforma da previdência.

Em relação às reformas de longo prazo, o IFec destaca ser absolutamente necessário que a reforma da previdência se estenda ao estado do Rio de Janeiro, que deverá registrar, segundo a LDO de 2019, apenas neste ano, déficit aproximado de R$ 13,2 bilhões no seu regime próprio.

Fonte: Diário de Petrópolis.


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